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ADÉLIA MARIA WOELLNER



BIOGRAFIA


Adélia Maria Woellner nasceu em Curitiba (PR), no dia 20.06.1940.   

Formou-se em Direito, pela Universidade Federal do Paraná, em 1972, quando foi premiada com quatro medalhas, inclusive a de ouro, por haver obtido o 1º lugar no curso jurídico noturno. Foi professora (Direito Penal, 1973-1985), na Pontifícia Universidade Católica do Paraná e ocupou vários cargos na Rede Ferroviária Federal S.A. Pertence à Academia Paranaense de Letras (Cadeira nº 15); ao Centro de Letras do Paraná (do qual foi Presidente), além de a várias outras entidades lítero-culturais do Brasil. Seu nome é verbete em inúmeros dicionários e enciclopédias, destacando-se: “Dicionário Literário Brasileiro”, de Raimundo de Menezes (RJ-1978); Enciclopédia de Literatura Brasileira”, de Afrânio Coutinho, em convênio com a FAE-MEC (RJ-1990).

Entre diversos prêmios e homenagens, recebeu a comenda Medalha do Mérito Ferroviário (RFFSA, RJ-1990); a Distinção Honorífica “Medalha de Mérito Fernando Amaro” (Câmara Municipal de Curitiba-2005) e o título de Cidadã Honorária de Piraquara (PR-2008).

Sua obra foi objeto de dissertação de mestrado (Profª Clarice Braatz Schmidt Neukirchen) e de pesquisa de pós-doutorado (Profª Níncia Cecília Ribas Borges Teixeira).

A história do livro A Menina que Morava no Arco-Íris foi adaptada, por Gil Gabriel, para teatro de bonecos criado e apresentado por Almazem Teatro de Bonecos (2010).

Publicou – poemas: Balada do Amor que se Foi, 1963; Nhanduti, 1964; Poesia Trilógica, 1972; Encontro Maior, 1982; Avesso Meu..., 1990  e 1991 (2ª edição); Poemas Soltos, 1992; Infinito em Mim., 1997 e 2000, também com publicação bilíngue em Inglês (Infinite in  Me), Italiano (L’Infinito in Me...), Espanhol (Infinito en Mí...), Francês (Infini en Moi ...) e Alemão (Unendlichkeit in Mir...) e em braile, pelo Centro de Informática para Deficientes Visuais “Prof. Hermann Görgen; L’infinito in me, 1999, edição de Edizioni ETS-Pisa, Itália.; - Nhanduti – sempre poesia,  CD com 52 poemas, 1999; “Sons do Silêncio”, 2004; livretes:  Poemas  para  Orar  e  Meditar, sete edições, totalizando 130.000 exemplares; Poemas para Amar, três edições, totalizando 40.000 exemplares; Trovas do Dia-a-Dia, 20.000 exemplares, 2007; Dito e escrito, trovas, 2009, 15.000 exemplares; – pesquisa: A Literatura e a História do Paraná,  1999; Para Onde Vão as Andorinhas... - as famílias Woellner, Andretta, Joslin e Valle, no Paraná, 2002; – ensaio: Graciette  Salmon - A Ciranda  da Estrela  Sozinha,  1999 e 2003; prosa: Luzes no Espelho, 1ª ed.-2002, e 2ªedição-2008, Editora Instituto Memória; Travessias... do inconsciente ao consciente,  Editora Protexto, Curitiba, 2007; Os anjos cuidam de nós, livrete, 2008; Loucura lúcida, crônicas, 2009; – infantil: Férias no Sítio, com ilustrações de Raphael Furtado Casagrande (8 anos de idade), 2002, e 2ª edição, com ilustrações de Theo Cordeiro, Editora Aymará, 2009; A Menina que Morava no Arco-Íris, com ilustrações de Heliana Grudzien, Curitiba (3.000 exemplares), 2007, e 2ª edição, pela Base Editora, 2010; A menina do vestido de fitas, ilustrações de Heliana Grudzien, Curitiba, 2009; e A água que mudou de nome, 2009, ilustrações de Heliana Grudzien, editado pela Companhia de Habitação do Paraná-Cohapar, Curitiba-2009 (4.000 exemplares), e, 2ª edição, em parceria com o Rotary Internacional; Festa na Cozinha-Bom Apetite, Curitiba-2011, com ilustrações de Heliana Grudzien.






VIVER


Não fui pedra; preferi ser semente.
Registros, rastros, marcas já deixei.
Nesta vida, não fui indiferente,
nem apenas só passei por aqui.
Chorei, sorri, cantei, sofri, amei...
Por isso é que posso dizer: vivi!

Adélia Maria Woellner

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